sábado, 15 de outubro de 2011

A SEMENTE FRÁGIL JÁ FRUTIFICOU
 
"Quem dera voltasse no tempo a outrora/às mães heroínas matriarcas de Angola/a elas mostrasse os frutos de sua luta/os que reacenderam seu vigor no tempo./O tempo que não foi capaz de calar/o brado revolto das mães africanas/que repercurtiu em Zumbi dos Palmares/quando acreditavam ter estes abafado./Sua descendência se multiplicou/nos morros, nas matas, nas grandes cidades/hoje são seus sonhos a realidade/a semente frágil já futificou".
 
PARABÉNS AOS ALMAS NEGRAS!
 
 
Wagner J.Rocha

Fraternidade Alma Negra

Fraternidade Alma Negra 
Nasce uma nova Ordem, renova-se uma velha esperança.




WAGNER JOSÉ ROCHA
ACADÊMICO DE DIREITO
FACULDADE ZUMBI DOS PALMARES

domingo, 25 de setembro de 2011


Racismo e desumanidade esta na MODA!!!!


Em 25 de janeiro, domingo, foi publicada uma informação sobre TOMMY HILFIGER.
Oprah Winfrey (famosa apresentadora da TV americana), num de seus últimos programas, entrevistou Tommy Hilfiger, estilista, cuja grife leva seu nome.
No programa, Oprah lhe pergunta se, de verdade, ele tinha feito o seguinte comentário:
"Se eu tivesse sabido que negros americanos, judeus, latinos, espanhóis, venezuelanos, cubanos, argentinos, chilenos, mexicanos, bolivianos, peruanos, brasileiros e asiáticos comprariam minha roupa, não a teria desenhado tão boa. Desejaria que esse tipo de gente não comprasse minha roupa, pois ela é feita para gente caucásica (gente branca), de alta classe! Eu preferiria doá-las aos porcos."
Ante a pergunta de Winfrey, se ele tinha feito tão cruel afirmação, Hilfiger respondeu com um simples e sucinto SIM.
Também admitiu seu ódio pelos judeus e sua admiração por Hitler.
Imediatamente depois, Oprah exigiu que ele abandonasse seu programa.

C. Mestre Ari da Silva  "Alma Negra"     www.andacc.blogspot.com

sexta-feira, 29 de julho de 2011

DESMASCARANDO A POLÍTICA DE SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL

DESMASCARANDO A POLÍTICA DE SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL

Imbuído do espírito iluminista e libertário que animou Cesare Beccaria, célebre autor de Dos Delitos e Das Penas, assombro-me com a atualidade de seus escritos e sua aplicação à sociedade contemporânea. Percebemos o direito penal brasileiro impregnado de muitos dos princípios ventilados por Beccaria no século XVIII, mais precisamente em 1764, na Itália. Os princípios por ele disseminados, frutos da mais alta filosofia francesa (que nada mais fez do que revelar o óbvio a uma sociedade cega às verdades mais notórias), embora presentes na base do direito brasileiro, não conseguem produzir, nos dias de hoje, na opinião pública brasileira, os mesmos efeitos que produziram na opinião pública francesa, há 247 anos atrás, quando presenteada com a tradução de Morellet de “Dei Delliti e Delle Pene” para o francês.
Com efeito, em pleno século XXI, diariamente a população brasileira é bombardeada por notícias que disseminam a sensação de onipresença da violência nos espaços urbanos e por discursos protagonizados por apresentadores de programas televisivos que pregam a violação de direitos e garantias fundamentais garantidos pela Constituição Federal de 1988. Tais emissoras, que usufruem um direito concedido pelo Estado brasileiro a fim de proporcionar à população meios para acompanhar a vida política do país e para fiscalização da ação dos agentes públicos, bem como para aprimoramento cultural da população, utilizam este mesmo direito para garantir o lucro de grupos econômicos, e até mesmo religiosos, que controlam tais emissoras, através de programas tendenciosos que ofendem e insultam a inteligência do povo brasileiro.
Na verdade, o discurso promovido por aquelas emissoras de televisão que pregam o endurecimento da legislação penal de nosso país, chegando ao extremo de clamar pela pena de morte (aliás, condenada por Beccaria) é plenamente satisfeito pelos Poderes Executivos dos Estados. Bem sabemos que a repressão do Estado contra criminosos não vem sendo promovida pelo legislador, através do endurecimento das penas. Ao contrário, as leis que temos em nosso país são extremamente avançadas. A repressão do Estado parte, não do Legislativo, mas sim do Poder Executivo. As ações dos Estados federados demonstram um claro recrudescimento da repressão estatal no âmbito da segurança pública. A letalidade da ação policial nos Estados membros da União é notória, principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro.
Diante disso, chegamos à conclusão de que não é necessária, em absoluto, a criação de uma emenda constitucional que garanta a instituição da pena de morte no direito penal brasileiro, eis que esta já está, há muito, implantada no Estado brasileiro. Estamos assistindo a um verdadeiro genocídio institucionalizado, perpetrado pelos Poderes Executivos, através de suas Polícias Militares, no âmbito dos Estados membros da Federação. Referido genocídio é aplaudido de pé por algumas poderosas emissoras da mídia televisiva brasileira, nas mãos de grupos econômicos e religiosos, as quais deveriam denunciar tal situação à nação brasileira.  
A ação das polícias militares dos Estados, mas sobretudo em São Paulo e no Rio de Janeiro, é extremamente letal. Isso sem mencionar a situação calamitosa e desumana em que se encontram os presos provisórios e aqueles já condenados nos sistema carcerário, através do qual, condenados e inocentes (inocentes porque presos provisórios possuem presunção de inocência enquanto não transitada em julgado uma sentença condenatória) sofrem duplo castigo pelo crime praticado: o primeiro representado pela pena em si; já o segundo representado pelas péssimas condições em que é aprisionado.
Alie-se a isto a péssima educação pública proporcionada à população brasileira, e teremos formado o quadro social que o Brasil vive nestes dias. A escalada da violência, alimentada pelo recrudescimento da repressão estatal, através das ações no âmbito do Poder Executivo, é apenas reflexo do nível cultural em que o país se encontra.
Não pretendendo estender-me neste aspecto da realidade brasileira (ao menos não neste artigo), ouso perguntar: quem são as vítimas do despotismo que estamos presenciando, perpetrado explicitamente pelos Estados membros da Federação, no âmbito de suas políticas de segurança pública? Quem são as vítimas do recrudescimento da repressão dos Estados?
O menino Juan, de apenas 11 anos, morto no Estado do Rio de Janeiro pela Polícia Militar, e tantos outros como ele, é a resposta para esta indagação.
Finalizo com duas citações do célebre autor Cesare Beccaria, citado no início deste artigo:
“Finalmente, a maneira mais segura, porém ao mesmo tempo mais difícil de tornar os homens menos propensos à prática do mal, é aperfeiçoar a educação.” (Beccaria, 1764, tradução de Guimarães, 2000, p. 106)

É que, para não ser um ato de violência contra o cidadão, a pena deve ser, de modo essencial, pública, pronta, necessária, a menor das penas aplicáveis nas circunstâncias dadas, proporcionada ao delito e determinada pela lei. (Beccaria, 1764, tradução de Guimarães, 2000, p. 107).

            Assim, rogamos aos homens sábios deste país, como o Excelentíssimo Senador da República Dr. Cristóvão Buarque, que não se desanimem e continuem empenhando sua brava luta pela educação pública no Brasil, a fim de cessar o genocídio que está sendo empreendido pelos Estados membros da União, com a conivência desta e os aplausos das elites, detentoras das emissoras de televisão, como forma de enfrentamento do problema da segurança pública, ao invés de se atacar o foco do problema que é o déficit educacional e cultural que aqui existe.

            São Paulo, 25 de julho de 2011.

EMMANUEL DE OLIVEIRA D’ABRUZZO


BIBLIOGRAFIA
BECCARIA, Cesare. Dei Delitti e Delle Pene, 3ª ed.. 1764. Tradução: Torrieri Guimarães, 11ª reimpressão. São Paulo. Editora Martin Claret, 2011. 128 p.   

terça-feira, 26 de julho de 2011

Miscigenação "catastrófica" transformou o Brasil em país "disfuncional", afirma autor de massacre na Noruega..

"2083 — Uma declaração de Independência Europeia" foi publicado na internet

Assinado pelo principal suspeito do massacre da última sexta-feira na Noruega, o manifesto "2083 — Uma declaração de Independência Europeia", publicado na internet, classifica como "catastrófica" a mistura de raças no Brasil. Segundo Andrew Behring Breivik, 32 anos, a miscigenação do povo é a principal responsável pelo fato de o Brasil ser "um país permanentemente disfuncional".

No documento, de mais de 1,5 mil páginas, Breivik critica a implementação de políticas de mistura de raças na Europa. Para isso, usa o Brasil como exemplo negativo em diversas passagens do texto.

"Estas políticas têm provado ser uma catástrofe para o Brasil e outros países que institucionalizaram e facilitaram a mistura de raças generalizada de asiáticos, europeus e africanos. O Brasil tem claramente se estabelecido como o segundo país do mundo com o menor nível de igualdade social", afirma o documento, sem citar, no entanto, qual seria o primeiro país do "ranking".

Para o autor do documento, o resultado da miscigenação no Brasil resultou em "um elevado grau de corrupção, falta de produtividade e um eterno conflito entre as várias 'culturas' concorrentes", o que que paralisaria qualquer esperança de estes países alcançarem o mesmo nível de "produtividade e harmonia" de nações como a Escandinávia, a Alemanha, a Coréia do Sul e o Japão.

"Em primeiro lugar, um país que tem concorrentes culturas vai rasgar-se em pedaços a partir de dentro, a longo prazo, ou vai acabar como um país permanentemente disfuncional como o Brasil e países similares", afirma.

O autor do texto fala ainda em que resultaria a miscigenação na Europa:

"Vendo a falta de coesão social no Brasil, e a produtividade média dos brasileiros, é evidente que uma abordagem semelhante na Europa seria devastadora e retardatária".



C. Mestre Ari  da Silva "Alma Negra"

domingo, 24 de julho de 2011

QUESTÃO DE MARCA


Quando nos deparamos com a discussão sobre a questão racial no Brasil, não podemos deixar de mencionar o problema da mestiçagem aqui ocorrida. Sem nos olvidarmos de todo o sofrimento, extermínio e exclusão infligidos ao índio, limitar-nos-emos a estas três “raças”: à Branca, à Negra e à amálgama entre estas duas, a Mestiça. A razão pela qual nos referiremos à “raça” Mestiça (na verdade, a uma delas) substrato da miscigenação entre as “raças” Branca e Negra, é justamente porque a mestiçagem é o cerne da questão racial no Brasil.

Antes, porém, de nos debruçarmos sobre o assunto, insta salientar que o termo “raça” é cientificamente inaplicável aos seres humanos. No entanto, como fora largamente utilizado outrora para justificar a escravização dos negros sob o pretexto pseudo-científico de que algumas características fenotípicas eram a origem de uma suposta degeneração, não caberia agora eliminar o termo, mesmo porque os efeitos de sua larga utilização para os fins supra descritos repercutem até a atualidade.
A miscigenação é o cerne da questão racial no Brasil, pois houve neste país, até a década de 50 da centúria passada, um verdadeiro projeto de europeização e branqueamento de sua população. Tal objetivo somente seria conseguido com o estímulo à imigração européia e à miscigenação gradual entre brancos e negros, a fim de que ao longo do tempo a raça negra fosse extirpada da população brasileira e esta se tornasse cada vez mais próxima da raça “ariana”. Tal projeto traria em seu escopo dois “benefícios”: a eliminação do negro da população brasileira, com a conseqüente europeização de sua população e, como “bônus”, a destruição de qualquer identidade étnica do negro ao longo do processo, o que promoveria a sua desarticulação, prevenindo eventuais revoluções, levantes, etc.
O primeiro objetivo falhou, haja vista que o negro (graças a Olodumarê!) ainda está presente na população brasileira. No entanto, o mesmo não pode ser dito a respeito da destruição da sua identidade étnica. Este objetivo foi o que melhor correspondeu à expectativa dos arquitetos deste projeto. A despeito da atuação resistente do movimento negro, a identidade étnica da população negra foi paulatinamente sendo destruída ao longo dos séculos.
Um instrumento extremamente eficaz desta destruição é a miscigenação. Esta opera na população negra brasileira a destituição de seus elementos culturais e a aproximação e identificação com a cultura europeia. Além da falta de identificação do mestiço enquanto negro, há um ideal de branqueamento por parte deste que, ciente de que a ascensão social se dá muito mais facilmente para o indivíduo branco, acaba se auto-declarando branco ou, referindo-se à cor da sua tez de forma a negar sua “negritude” buscando padrões cromáticos os mais distantes possíveis da cor “preta” e o mais próximos possíveis da cor “branca”. Isto pode ser facilmente constatado na PNAD (pesquisa nacional por amostragem de domicílios) de 1976, quando fora franqueada a auto-classificação no quesito cor/raça. Naquela pesquisa, foram observadas mais de uma centena de cores auto-declaradas pela população negra/mestiça, a maioria delas utilizadas para negar o gradiente “escuro” da pele.
Atualmente, o censo demográfico utiliza como critério cor da pele a classificação preta ou parda, gradientes estes que definem se um indivíduo pertence à “raça” negra. Percebe-se um percentual de 6% da população auto-declarada de tez preta e 45% da população declarando-se de tez parda, o que perfaz um total de 51% pertencente à “raça” negra. No entanto, referido percentual é possivelmente maior, uma vez que provavelmente há muitos mestiços que se auto-declararam brancos.
O racismo brasileiro, portanto, é cromático. Diferentemente, o racismo operado em países como Estados Unidos e África do Sul  é segregacionista/diferencialista, eis que pouco importa o gradiente ou a tonalidade da tez do indivíduo. Na verdade, neste tipo de racismo o que importa é a origem africana (negra) do indivíduo (gota de sangue). O segregacionismo praticado neste tipo de sistema foi o grande responsável pelo fomento de uma forte identidade étnica pela população negra discriminada e segregada pela sociedade, o que inexoravelmente conduziu a uma forte organização social desta, como é o exemplo da luta pelos direitos civis pelos negros norte-americanos. Já no caso da África do Sul, embora o racismo ali praticado possuísse caráter segregacionista, o gradiente cromático da tez do indíviduo levava a diferentes graus de discriminação, de forma que tal população era classificada como europeans (brancos), bantu (negros) e mixed-blood ou colloreds (mestiços). Não obstante, justamente pelo caráter segregacionista do racismo ali praticado, a população negra pôde organizar-se e lutar pelo fim do regime do apartheid.
A característica comum aos dois sistemas (americano e sul-africano) era a sua prática institucionalizada e declarada pelo próprio Estado, na forma de leis de segregação e negação de direitos civis à população negra. Já no caso do Brasil, muito embora a prática fosse institucionalizada, ou seja, praticada pelo próprio Estado, esta não era declarada expressamente. Ao contrário, era veementemente negada sob o pretexto de vigorar aqui uma “democracia racial”.
O mito da “democracia racial” (termo erroneamente atribuído a Gilberto Freire, autor de          “Casa Grande e Senzala        “, grande responsável pela desmoralização das teses racistas em vigor no Brasil em meados do século passado, através da valorização da cultura do negro) foi largamente utilizado pelo Governo Militar como forma de desmoralizar qualquer ação organizada do movimento negro nos tempos da ditadura. Qualquer menção à questão racial no Brasil era rechaçada sob o pretexto da existência de uma democracia racial neste país.
Segundo o Antropólogo Professor da USP, Doutor Kabengelê Munanga, “nosso racismo é um crime perfeito”.  Kabengelê Munanga é um dos principais pensadores a lançar luz sobre a questão racial no Brasil, sendo um dos grandes responsáveis pela conscientização da população negra brasileira, através de sua produção intelectual, através da qual põe a nu e desvenda a engenhosidade do racismo brasileiro.
Diante disso, a outra conclusão não podemos chegar senão a de que é urgente uma ação concreta no sentido de fortalecer a identidade étnica da população negra brasileira.
Nesta esteira, impossível não mencionar a iniciativa de Abdias do Nascimento e Alberto Guerreiro Ramos, responsáveis pela fundação, em 1944, do TEN – Teatro Experimental do Negro, uma tentativa, abortada pela ditadura militar, de reconstrução da identidade étnica do negro brasileiro.
Destarte, concluímos que é urgente a conscientização dos mestiços brasileiros de sua condição de substrato de um projeto de branqueamento da população brasileira. Necessário, outrossim, conscientizá-los de sua condição de negros brasileiros independente da tonalidade de sua pele. Necessário, ainda, a unificação dos critérios de classificação “preto” e “pardo” em torno da classificação racial “negro”, nos próximos PNAD’s e censos demográficos a serem realizados pelo IBGE, porém, não sem antes levar a efeito uma ação concreta de conscientização maciça da população mestiça brasileira a respeito de sua negritude, pondo a desnudo toda a questão racial brasileira.
Somente desta forma iremos superar toda a notória desigualdade a que a população negra brasileira está submetida em relação à população branca, desigualdade esta produzida pelo próprio Estado brasileiro ao longo do advento da República, sem falar na atuação do Estado português, os quais deveriam ter o mínimo de dignidade para reconhecer todo o mal produzido.



EMMANUEL DE OLIVEIRA D’ABRUZZO

segunda-feira, 18 de julho de 2011

INÍCIO DA SELEÇÃO DE NOVOS MEMBROS

A PARTIR DE AGOSTO/2011, SERÁ DADO INÍCIO AO PROCESSO DE RECRUTAMENTO DE NOVOS MEMBROS PARA A FRATERNIDADE ALMA NEGRA.

AGUARDEM!


quarta-feira, 13 de julho de 2011

TEORIAS RACISTAS DOS SÉCULOS XVIII e XIX versus ATUALIDADE

QUANTOS DE VÓS JÁ OUVISTES A RESPEITO DE FIGURAS COMO CONDE ARTHUR DE GOBINEAU OU  HOUSTON STEWART CHAMBERLAIN?



POIS BEM, SUAS TEORIAS DERAM ORIGEM A QUASE TODAS AS FORMAS DE RACISMO QUE EXISTEM, MORMENTE CONTRA NEGROS E JUDEUS.


GRAÇAS ÀS SUAS "BRILHANTES" IDEIAS, EIVADAS DE UM PRETENSIOSO CIENTIFICISMO, FIGURAS COMO ADOLF HITLER ACHARAM JUSTIFICATIVA "CIENTÍFICA" PARA CONCRETIZAR SEUS MAIS MALIGNOS PLANOS DE LIMPEZA ÉTNICA.


DEVIDO A TEORIAS COMO AS DESENVOLVIDAS POR FIGURAS COMO GOBINEAU E CHAMBERLAIN, SERES HUMANOS FORAM MORTOS E ESCRAVIZADOS E SEUS DESCENDENTES SOFREM ATÉ HOJE AS CONSEQÜÊNCIAS.


TERMINO COM ESTA SIMPLES PERGUNTA: 


QUAL A COR DA POBREZA E DA MISÉRIA NO BRASIL E NO MUNDO?

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